Mitologia japonesa
Dos mitos de fundação imperial às coleções de yōkai compiladas no período Edo.
- 24perguntas no quiz
- 8nível fácil
- 8intermediário
- 8avançado
- 1guias publicados
As duas fontes de base são o Kojiki, concluído em 712, e o Nihon Shoki, de 720, ambos compostos sob patrocínio da corte para dar fundamento mítico à linhagem imperial. Neles aparecem episódios como o combate de Susanoo contra a serpente de oito cabeças.
Os Fudoki, relatórios provinciais do século VIII, preservam tradições locais que a corte não padronizou. Muito depois, coleções do período Edo — em especial as pranchas ilustradas de Toriyama Sekien, a partir de 1776 — catalogaram centenas de yōkai, às vezes inventando figuras novas sob aparência de folclore antigo.
Distinguir mito de santuário, conto popular e criação editorial de Edo é essencial neste tema.
Obras em que este repertório se apoia
Perguntas e guias desta tradição citam estas obras, além de evidências materiais quando aplicável.
Referências principais
- Kojiki (712)
- Nihon Shoki (720)
- Fudoki provinciais
- Konjaku Monogatarishū
- Toriyama Sekien, Gazu Hyakki Yagyō (1776)